Cromoterapia

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  1. A vibração é a expressão da mente cósmica e o poder é o laço que a une a vida física.
  2. Ninguém jamais poderia explicar o segredo das cores, como se formam e seu porquê.
  3. A cor é a alma energética do ser e, assim como na aura astral se refletem pelas cores todas as tonalidades setenárias do ser, assim no corpo físico a cor é a imagem de seu estado local.
  4. Se um homem está transbordante de forças e é ativa sua irrigação sangüínea, suas faces estarão coloridas de vermelho; se o funcionamento orgânico é lento, o homem se torna pálido e suas veias são marcadas com uma coloração azulada. Se uma pessoa permanece constantemente ao ar livre, sua pele se torna bronzeada e parece banhada pelos alaranjados raios do Sol.
  5. Assim como predomina uma cor na aura, assim também predomina sua correspondente cor no corpo físico; a abundância de um sobre o outro traz desequilíbrios físicos.
  6. Já foi dito que as três cores fundamentais na aura são: o azul, o vermelho e o amarelo. Estas cores, sutilizadas, fazem-se verde, violáceo e alaranjado; o equilíbrio entre elas estabelece a saúde. Quase sempre as cores que faltam ao organismo humano são o azul e o vermelho, daí tanta desarmonia no organismo humano.
  7. Não somente o clarividente que vê a aura pode determinar qual é a cor superabundante ou escassa, mas também o estudioso, pela simples observação.
  8. Conhece-se a cor do organismo humano:
    • Pela cor do globo ocular;
    • Pela cor das unhas das mãos;
    • Pela cor das urina;
    • Pela cor das fezes.
  9. Depois de uma detida observação, deve o terapeuta estabelecer a cor que falta no organismo e especialmente em que parte do corpo, para diagnosticar a enfermidade, cambate-la e curá-la.
  10. Aquele que tem superabundância de cor azul é calmo, lento, melancólico, sofre de atonia intestinal e de dispepsia. O azul é calmante, refrescante, elétrico e adstringente; alivia e diminui as altas temperaturas, atenua as cólicas, domina a loucura e as afecções mentais, a apoplexia e todo tipo de enfermidades infecciosas, sendo um grande tônico para o desequilíbrio nervoso.
  11. Certas enfermidades necessitam a aplicação do verde que é o correspondente astral do azul. O verde bem aplicado poderia curar o câncer; acalma a nevralgia, a dor de dentes, as afecções da vista e é sonífero.
  12. A cor vermelha é cálida e não adstringente; tonifica, alegra, excita, vivifica; combate o excesso de azul, a amnésia, a tristeza e o fastio. Para as enfermidades pulmonares, o vermelho deve ser aplicado em pequenas doses, unido ao violeta, para que vivifique sem excitar.
  13. A cor amarela é penetrante; há que usar e não abusar desta cor; nunca se deve exceder na aplicação desta cor. Cura os rins, as glândulas e o fígado. As aplicações do amarelo seriam muito vantajosas para os leprosos e epiléticos.1342051938_412233293_1-cromoterapia-Estaleiro
  14. O alaranjado é bom para o reumatismo, a gota, a tuberculose crônica e a erisipela.
  15. Para as curas psíquicas já é necessário o conhecimento não só do organismo, senão da aura do ser.
  16. Os tratamentos de cromoterapia se fazem de diversas formas. O médicos hindus os aplicaram desde muitíssimas gerações e, nestes úlimos anos foram experimentados com êxito por médicos alemães e norte-americanos.
  17. A cromoterapia teria mais êxito se fosse efetuada quebrando os raios luminosos. Já se tem os raios ultravioletas, infravermelhos e, ultimamente, aparelhos que captam a luz amarela.
  18. Não passará muito tempo e todas as cores serão captadas e aplicadas com aparelhos especiais.
  19. Também é muito útil na cromoterapia, pintar os aposentos com a cor que deve ser aplicada, observando o mesmo no vestir e na escolha do panorama circundante.
  20. Ninguém desconhece a tranquilidade que traz à alma a contemplação das águas do mar e como excita, em troca, a vista do sangue e de cores fortes.
  21. Os hindus curavam deste modo: enchiam de água garrafas de diversas cores, expunham-nas por vários dias aos raios do sol, dando de beber desta água aos pacientes; para uso externo, enchiam-nas com azeite em vez de água. 

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