Mistificação Mediúnica

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Mistificação Mediúnica é o ato de enganar, de embair, burlar da credulidade de alguém; ludibriar.

Podemos enquadrar as mistificações dentro de dois grupos:

1) Mistificações conscientes: aquelas em que o médium é responsável pelo fenômeno; a comunicação é de sua própria criação, podendo haver é claro, associação com espíritos gozadores que o inspirarão para que desempenhe melhor ainda o papel de “bufão” (sm. V. Bufo1: sm. 1. Ação de bufar. 2. Som que se produz bufando. Bufo2: Ator encarregado de fazer rir o público com mímicas, esgares, etc; bufão, truão).

2) Mistificações inconscientes – aquelas em que o médium é dirigido pelo próprio inconsciente ou por entidades malévolas que o colocam em situação até ridícula. São mensagens absurdas, mentirosas, vazias de conteúdo e de ensino moral; trazem a assinatura de nomes famosos ou de espíritos elevados, como André Luiz, Emmanuel, Bezerra de Menezes, Joanna de Angelis, etc.

As mistificações geralmente ocorrem nos fenômenos de natureza inteligente (psicofonia e psicografia).

Obs: As fraudes dizem respeito mais aos fenômenos físicos, e as mistificações mais aos fenômenos inteligentes.

O papel dos Espíritos não consiste em nos informar sobre as coisas deste mundo, mas nos guiar com segurança no que possa ser útil para o outro mundo.

A astúcia dos Espíritos mistificadores ultrapassa às vezes tudo o que se possa imaginar. Os meios que eles utilizam com mais frequência são os que têm por fim a cobiça, como a revelação de tesouros ocultos e o anúncio de heranças. Devemos ainda tomar cuidado com as predições com épocas determinadas e nunca se deixar deslumbrar pelos nomes de pessoas famosas e de Espíritos elevados, desconfiando ainda das teorias e sistemas científicos ousados, etc.

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