Mediunidade para Servir

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A mediunidade está presente no mundo; desde a época das tribos primitivas. Eram exercidas por pajés, passou pelo Egito, Pérsia, Grécia, Roma, sendo cultuada e manifestada de várias formas. E porque não falar dos apóstolos de Cristo – Jesus?

Médiuns são aqueles que possuem a sensibilidade espiritual mais desenvolvidas, capazes de transmitir o pensamento dos espíritos, ou servir como veículo para suas manifestações. Alguns médiuns, antes da sua reencarnação, aceitaram a tarefa mediúnica por amor e outros como opção de resgate de erros de vidas passadas. 

A mediunidade é um canal entre nós e a dimensão espiritual… ele pode ser de luz ou de trevas; cabe ao médium cuidar deste Privilégio Divino com extrema dedicação, utilizando-o para a prática gratuita do bem e para ajudar aos necessitados; ou torná-lo um instrumento de interesses gerando sofrimentos para si mesmo, nesta vida ou em futuras reencarnações. 

Tudo na vida é afinidade e comunhão e a mediunidade não é diferente, pois o médium receberá sempre de acordo com as atitudes que adota para si ou para os outros. 

A sensibilidade mediúnica se percebe através de fenômenos inexplicáveis como: perturbações, doenças que a medicina não conseguem explicar, sonhos esquisitos e pesadelos, dores de cabeça, visão ou audição de espíritos, e outras. É preciso compreender que a mediunidade não é a causadora desses problemas, mas o descaso do próprio médium que não cumpri seus compromissos. 

Ser médium não é viver sem sofrimentos terrenos, desde que cumpra sua tarefa significa “sofrer menos”. 

O médium para servir de modo positivo e eficiente precisa aperfeiçoar-se ao conhecimento da espiritualidade e da sua religião, à própria melhoria, filtrar-se de luz e paz para seu caminho terreno; assim fortalecerá o seu campo energético e expulsará as possíveis vibrações com espíritos negativos.

Existem vários tipos de mediunidade e as mais comuns são: 

Mediunidade consciente: A entidade usa o chakra frontal do médium para se comunicar. O médium vê e assiste a tudo o que ocorre na sessão, mas não tem domínio dos atos de seu corpo físico quando incorporado com as entidades. 

Mediunidade inconsciente (Incorporação Parcial): ao ser tomado pela entidade o médium perde parte de sua consciência e não tem lembrança de todos fatos que ocorreram na sessão espírita. 

Mediunidade Inconsciente (Incorporação Total): este é o mais raro tipo de mediunidade, porque o espírito do médium afastasse do corpo físico temporariamente e a entidade fica inteiramente de encontro com o corpo físico. É interessante que o médium continua consciente de tudo que se passa nesse plano, porém quando a entidade o deixa (desencorpora) de nada se lembra e tem a sensação que estava dormindo. 

Independente do grau de consciência ou inconsciência não significa que a entidade trabalhe melhor ou pior do que a outra. A força que almejamos é da entidade que está atendendo e não do médium.

Para a mediunidade fluir bem, é preciso que o médium praticante: 

::: Esteja bem de corpo e mente; com bons pensamentos para facilitar a vibração positiva entre o médium e as entidades; 

::: Fazer as preces diárias; 

::: Esteja sempre em contato com Deus e com suas entidades não só para “pedir”. 

::: Antes dos trabalhos espirituais é essencial que o médium tome os banhos de ervas que servem para melhorar a vibração das entidades. 

::: É importante que o ambiente de sua casa seja cuidado (com limpezas e defumações) para vibrar positivamente com você. 

::: Na hora da incorporação é necessário que o médium mantenha a mente despreocupada e o corpo físico com boa vontade para o trabalho assim auxiliará a entidade a desempenhar sua missão.

A mediunidade não nos torna superiores aos outros humanos … Deus tem muitos instrumentos! 

“Que Deus aclare o teu pensamento, conforme o teu coração”

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