Preguiça – a velha sombra

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Preguiça – A grande e velha sombra que oculta habitualmente a candeia vacilante de nossa fé, muitas vezes, se exprime na espessa neblina da ociosidade mental, que nos entorpece os melhores impulsos para a construção do bem.

Preguiça de pensar com a própria cabeça… Preguiça de sentir com o próprio coração… de auxiliar… de aprender…

O Eterno Benfeitor que nos rege os destinos, mas que não nos exonere do dever do exemplo vivo, de vez que apenas na linguagem convincente das obrigações corretamente cumpridas é que seremos entendidos pelos companheiros de jornada no grande caminho da evolução.

Dissipemos o nevoeiro da preguiça Preguiça de ensinar… Não acredites que bastaria a confissão da confiança em Cristo para dar aos outros o necessário testemunho de comunhão com o Evangelho de Amor e Luz.

“… Preguiça de pensar com a própria cabeça… de sentir com o próprio coração…”

Em muitas ocasiões, a própria palavra é um asilo à preguiça despistadora, que se envolve no verbalismo fulgurante, para continuar arrojada à inutilidade e à prostração. Que a nossa frase se estenda em abençoada luz, revelando que nos esconde o ideal de servir e avancemos, com diligência, no terreno da ação.

Emmanuel
Moradias de Luz – CÉU / Espíritos Diversos – Francisco C. Xavier

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